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As penalizações por conteúdo de IA são um problema para empresas que utilizam o recurso para criar conteúdo para blog ou site. O Google não penaliza o conteúdo gerado por IA em si, mas o uso inadequado e de baixa qualidade da ferramenta. 

O principal foco do Google, como um dos principais mecanismos de busca, é combater o spam gerado pela Inteligência Artificial, que consiste na criação de textos genéricos, sem valor ou sem originalidade, com o único intuito de manipular o ranqueamento.

Um conteúdo útil no Google é indispensável para alcançar as primeiras páginas do mecanismo de busca, mas isso não significa que o uso da Inteligência Artificial (IA) é totalmente proibido. 

Descubra quais são as penalizações por conteúdo de IA e o que mudou em relação à penalização Google 2025!

O Google pune o uso de IA?

O Google não pune automaticamente por usar a IA, mas sim por conteúdo de baixa qualidade. A punição é aplicada quando o conteúdo não é considerado útil para os usuários ou é de baixa qualidade. 

Mecanismos de pesquisa, como o Google, costumam recompensar o conteúdo útil e que demonstra conhecimento, experiência e que foi escrito para satisfazer as necessidades do público. 

A ferramenta distingue o uso ético da Inteligência Artificial, que auxilia diretamente na criação de material inovador, da automação indevida para a manipulação do ranqueamento. 

As principais diretrizes de conteúdo útil ou Helpful Content Update compreendem:

Para criar Helpful Content Update IA, é importante utilizar a Inteligência Artificial como um recurso útil, e não uma fonte dos problemas com a possibilidade de criar conteúdo de IA e SEO. É indispensável que o conteúdo gerado por plataformas de IA passe por uma revisão cuidadosa e humana para não sofrer penalizações por conteúdo de IA.

Casos reais de quedas de tráfego causadas por IA

A SE Ranking publicou 2 mil artigos gerados por IA em domínios sem autoridade. Todos os artigos desapareceram dos resultados de busca após três meses. Esses artigos não passaram por revisão ou edição humana, ou por estratégias de conteúdo.

No início, os conteúdos publicados obtiveram um bom ranqueamento e não sofreram penalizações por conteúdo de IA, mas não resistiram aos critérios de qualidade de conteúdo do Google.

Após o HCU (Helpful Content Update) e March 2024 Core Update, o Google passou a recompensar conteúdo útil, confiável e focado nos usuários, penalizando conteúdo de qualidade baixa e spam, incluindo o gerado por IA em massa.

Por que o conteúdo de IA é considerado de baixa qualidade?

Os principais fatores que levam um conteúdo de IA a ser considerado de baixa qualidade são a falta de conhecimento humano aprofundado, estratégias bem aplicadas e revisão de conteúdo, o que a Inteligência Artificial tenta, mas não consegue. Além disso, a estrutura repetitiva (“lero-lero”), falta de originalidade e insights também são fatores que impedem o ranqueamento.

Com isso, o conteúdo gerado por IA também pode impactar o usuário, tornando-se irrelevante tanto para as pessoas quanto para os mecanismos de busca, com riscos de sofrer penalizações por conteúdo de IA.

As principais características do conteúdo de IA e dos critérios E-E-A-T são a falta de originalidade e experiência, confiabilidade questionável, falta de especialização e pouca ação prática.

Como o Google avalia qualidade (E-E-A-T e conteúdo útil)

O Google avalia a qualidade de um conteúdo por meio do modelo E-E-A-T (Experiência, Especialidade, Autoridade e Confiabilidade), que se conecta com o Sistema de Conteúdo Útil, ranqueando conteúdo relevante, confiável e criado por humanos.

A experiência é a vivência que o criador de conteúdo possui com o tema, a especialização é o conhecimento técnico e precisão da informação passada, a autoridade é a reputação da página online e a confiabilidade é a honestidade, transparência e segurança presente nas informações contidas no site.

Para mostrar E-E-A-T, é fundamental mostrar a experiência real do autor, citar fontes confiáveis, como as de órgãos governamentais, e estabelecer credibilidade do site por meio de práticas e de conteúdo de alta qualidade, além de práticas éticas.

IA, embeddings e SEO: como o Google “lê” o seu conteúdo

Atualmente, o Google não se baseia somente em palavras-chave de alta relevância para compreender o conteúdo, mas em conceitos mais complexos e sofisticados, como embeddings semânticos, que são capazes de reconhecer o contexto e entender o significado da palavra em uma frase. 

Os padrões previsíveis de IA podem prejudicar a Information Gain, que é indispensável para os algoritmos atuais. O ganho de informações, ou information gain, é uma métrica utilizada por algoritmos como os do Google para avaliar o valor de uma nova página, adiciona valor e profundidade.

Nesse sentido, a IA pode funcionar perfeitamente como um auxiliar, mas não como um criador. A IA pode ajudar diretamente na otimização de conteúdo, organização e até mesmo na geração de ideias de conteúdo e esboços que possam auxiliar no processo de criação.

Melhores práticas para usar IA sem arriscar quedas

Para utilizar a IA sem arriscar quedas ou penalizações por conteúdo de IA, o envolvimento humano é obrigatório, o que envolve a edição, validação das informações contidas no artigo e tom de voz, fatores que fazem toda a diferença. Outros pontos importantes compreendem:

Transparência no uso de IAUso recomendado
A necessidade de informar depende do contexto da postagem. Em conteúdo que se espera a autoria humana, é importante ser transparente em relação ao uso da Inteligência Artificial;A IA pode ser utilizada para organizar ideias, títulos e no auxílio ao fim do bloqueio em um processo criativo;
Para ser transparente, um disclaimer ou aviso, é suficiente para avisar ao leitor sobre o uso da IA.Para criações que exigem clareza e precisão, a IA pode criar descrições de produtos ou resumos criativos.


É importante ressaltar que a IA não funciona como um substituto, mas sim como um complemento. Ela pode funcionar bem para a criação de grandes volumes de ideias ou dados, otimizando o tempo para as empresas, marcas e criadores de conteúdo.

Erros comuns ao usar IA para conteúdo (e como evitar)

Embora o uso da Inteligência Artificial (IA) seja um meio amplamente utilizado para criar conteúdo em pouco tempo, existem erros comuns que podem ser facilmente evitados, como:

Mostre ao seu público que o conteúdo foi verificado para aumentar a transparência e confiabilidade. Não se esqueça de que a IA não é uma fonte de pesquisa confiável como artigos feitos por profissionais.

O que fazer se o site for penalizado

Caso passe por penalizações por conteúdo de IA, faça um diagnóstico utilizando o Google Search Console ou GA4 (Google Analytics 4) e realize estratégias de recuperação com pruning de conteúdo, reescrita humana e auditoria de qualidade para corrigir links ruins, e problemas de segurança. Com isso, você pode realizar uma solicitação ao Google Search Console novamente para entender se a página foi indexada ao mecanismo de busca.

Monitore os resultados e o tráfego após a correção e solicitação, com o uso do Google Search Console para acompanhar o desempenho do site no Google. 

Como a B20 pode ajudar você a evitar quedas de tráfego

A B20 apoia a criação de conteúdo útil, original e otimizado com produção e revisão humana, fornecendo uma criação de conteúdo focada em qualidade, originalidade e otimização para os motores de busca (SEO).

Com a crescente sofisticação cada vez maior dos algoritmos do Google identificando conteúdo não relevante ou de baixa qualidade, a B20 se torna a parceira ideal contra as penalizações por conteúdo de IA. Acesse a nossa plataforma e fale com um profissional da B20 agora mesmo!

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